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A água é toda igual?





Hoje continuamos com o tema Água, mas vamos falar daquela que consumimos.


Eu, tanto em casa como no meu local de trabalho, não tenho água da rede - temos furo(s).
Em casa, fazemos análises periódicas e embora seja boa para consumo temos na cozinha um filtro de Osmose, no entanto habituei-me a ter desde (quase) sempre um garrafão de água sempre disponível para consumo.

No trabalho, as primeiras análises mostraram que não era muito boa, e como aquela que seria utilizada para consumo humano era só uma ínfima parte, optamos por nunca colocar nenhum filtro para tratamento, e consumimos água engarrafada.

Chegamos ao intuito deste post...
A água que compramos é toda igual?
Aquelas dezenas de marcas que encontramos nas prateleiras do supermercado só diferem no rótulo e no preço?

Há uns meses, deparei-me com um post sobre os benefícios da água alcalina. Já conhecia a "corrente" alimentação alcalina, mas nunca tinha pensado na diferença do ph das águas.
Decidi experimentar. 
Em Portugal, à venda nos supermercados, a marca que tem o ph mais elevado, de 9,5 é a Água de Monchique.
É a água que tenho um garrafão na bancada da cozinha, é a que tenho no trabalho e a que levo para o ginásio.
Se faz tão bem como dizem?
Não sei.
Sei que nunca tive a minha urina tão clara como desde que a comecei a consumir com regularidade.

A água que bebemos também faz parte da alimentação saudável que procuramos.

Parece simples, e até pode ser, se mudarmos um hábito de cada vez...



Escolhas alimentares




Há cerca de três anos decidi deixar de beber leite de vaca.
Depois de ler sobre o assunto, achei que algum do meu desconforto intestinal podia ser provocado pelo leite de vaca.
Experimentei alguns leites vegetais diferentes, e enquanto de alguns gosto muito, outros não gosto mesmo nada, como é o caso do de soja - não o consigo mesmo beber, o de amêndoa acho demasiado doce, e o de arroz foi desde sempre o meu preferido

imagem daqui

Mas, nem sempre tomo o pequeno-almoço em casa, e na altura a minha escolha na hora de comer fora, recaía sempre na meia de leite e na torrada.
Retrocedi. 
Achei que não fazia sentido em casa beber leite vegetal, e sempre que comia fora acabava por beber leite "normal". Para mim não havia alternativa à habitual meia de leite...

Passou-se quase um ano para que altera-se de vez esse meu pensamento.
Cada vez tomo mais o pequeno-almoço em casa, e mesmo em casa a escolha recai muitas vezes num sumo de laranja natural ou num chá, de preferência preto.

Nem sempre é fácil abandonar hábitos de sempre, nem fazer escolhas alimentares diferentes daquelas que desde sempre nos pareceram as correctas.

Não indo atrás das dietas da moda (que volta não volta aparece uma nova), devemos aprender a escutar o nosso corpo, no meu caso, foi o desconforto intestinal que sentia que me levou a procurar informação sobre as causas, e que me levou à causa possível, o leite. Mudei o leite na minha alimentação e tive melhoras significativas - falta-me a coragem de deixar de comer pão, que é responsável pelo desconforto restante... Mas não tenho. Gosto demasiado de pão. 

Entretanto, depois dos post`s da semana passada da Lucília, decidi pesquisar mais sobre o Kefir.
O Kefir é feito com leite de vaca, mas ao fermentar "come" a lactose e transforma-o numa espécie de iogurte. A lactose é aquilo que me causava o desconforto intestinal...
Já tenho a minha muda de kefir, já comecei a fermentá-lo e consumi-o hoje pela primeira vez, num batido com aveia e frutos vermelhos.
Há-de haver certamente mais post´s que falem do kefir e dos seus benefícios.

Quem desse lado já experimentou?
Ficaste com vontade de experimentar depois dos post`s da Lucília? 
Procura no FB que existem grupos de doação de Kefir.

Escolhas alimentares, uma alteração de cada vez, em busca de mais saúde.
Simples, certo?

Kefir de leite – Parte 2 - POST CONVIDADO




No seguinte da participação anterior, e a pedido da Maria, deixo-vos uma breve explicação em relação à obtenção dos grãos e “preparação” do Kefir.
Em relação à obtenção, os grãos podem obter-se através de doação. Os grãos vão aumentando a cada nova preparação e assim vão-se podendo retirar alguns e ir doando a novos adotantes. No meu caso, desde que recebi os meus, já doei a 8 pessoas e já posso doar novamente!


Falando agora da preparação, necessitamos para colocar os grãos a fermentar, de um recipiente de vidro, um guardanapo de papel e um elástico. Para coar e manusear os grãos, um coador e uma colher de plástico.



A quantidade de leite é proporcional à quantidade de grãos. Para ½ litro de leite é necessário o equivalente a uma colher de sopa de grãos de Kefir.
O leite a utilizar deve ser, preferencialmente, leite do dia à temperatura ambiente e com lactose porque é esta que alimenta e faz aumentar os grãos. Posso dizer-vos que também faço com leite UHT e por vezes acabado de sair do frigorifico e sempre correu tudo como o normal.
Os grãos são colocados no leite e o recipiente tapado com o guardanapo de papel preso com o elástico e ficam a fermentar por 12, 24 ou 48 horas. Quando mais horas mais ácido fica o “iogurte”. O tempo de fermentação também é influenciado pela temperatura ambiente porque quando mais alta estiver a temperatura ambiente mais rápido fermenta. Deve deixar-se o frasco em sitio escuro e fresco, como por exemplo a despensa


Após a fermentação, procede-se à separação dos grãos de Kefir, do “iogurte” obtido, colocando no coador e auxiliando, delicadamente, com a colher. Quando estiverem separados, os grãos voltam para o frasco e adiciona-se o leite para a nova preparação e o “iogurte” obtido vai em copinhos ou taças para o frigorífico. 


Podem consumir natural, adoçar com mel ou compota de fruta, ou juntar fruta cozida ou ralada. Cá por casa eu gosto natural a meio da manhã ou da tarde e a filhota come ao pequeno almoço com flocos de aveia.
Deixem-me dizer-vos que muito do que tenho aprendido é com as pesquisas que faço na internet porque o Kefir é ainda muito desconhecido. A nutricionista da minha filha, por exemplo, pensava que se comprava no supermercado!



 Lucília – Sou leitora e seguidora do “Simplifica”




***
O post de hoje estava programado ser também sobre "alternativas" alimentares mas, tal como eu, houve quem ficasse a querer saber mais sobre o kefir, e a Lucília explica-nos mais um pouco daquilo que é a sua experiência.
Aqui encontrei também mais algumas informações
O meu, fica para a próxima semana...


Também tu tens dicas que queiras partilhar?
aqui como.  


Kefir de leite - POST CONVIDADO

Todos nós nos preocupamos, cada vez mais, em ser saudáveis!

A nossa saúde passa, entre outras coisas, por ter uma boa alimentação, praticar desporto e dormir 8 horas por noite. Em relação ao desporto, não sou o melhor exemplo e acho que me falta o click para começar. Em relação à alimentação tento que seja o mais saudável possível.


Sou adepta de produtos o mais naturais possível. Em julho desde ano, a minha comadre falou-me do kefir de leite, também conhecido como flor do iogurte, um alimento probiótico que segundo pesquisas que fiz, na internet, é muito bom para a saúde e pode ser utilizado em inúmeras receitas. 

Resolvi aceitar a doação e comecei a preparar diariamente o meu kefir. 

O Kefir são pequenos grãos que se mergulham em leite e ficam a fermentar entre 12 a 48 horas e se alimentam da lactose do leite. Segundo o que encontrei em vários sites, tem inúmeros benefícios para a saúde em termos de problemas da pele, colesterol elevado, asma, osteoporose, alergias entre outros. 

Cá em casa, eu e a filha consumimos diariamente, pelo menos, um copinho de kefir e já fiz inúmeras receitas como podem ver na foto. 

Algumas das receitas que preparei: gelados com fruta, cheesecake, mousse de gelatina

Em relação aos benefícios, para já, foram realmente a nível da pele, a filhota melhorou muito da acne. Eu tenho problemas em relação a colesterol elevado e por isso decidi consumir, mas só nas próximas análises clínicas poderei concluir em relação aos benefícios. 

Alguém, por esse lado conhece este probiótico?

            






Lucília – Sou leitora e seguidora do “Simplifica”

Como ter a casa a cheirar bem - alternativa aos ambientadores

Quem não gosta de ter a casa a cheirar bem?

Até há 3 ou 4 anos atrás eu era uma ávida consumidora de velas com cheiro.

Pode encontrar esta foto em https://pixabay.com/pt
Mas no meu caminho para uma vida mais simples e saudável deparei-me com vários estudos que alertam para o quão prejudiciais para a nossa saúde as velas e ambientadores podem ser.

Os óleos essenciais surgiram assim como uma alternativa natural com a vantagem adicional que podem ajudar a nossa saúde - a dormir, a acalmar, nas constipações, na melhoria do sistema imunitário.

A aromaterapia é um mundo e o uso e manuseamento de óleos essenciais deve ser feito com cuidado especialmente na gravidez, crianças e animais.

Para uso seguro cá em casa, adoptei recentemente os difusores.


São seguros, muito eficazes e ainda por cima bonitos :)

Os meus óleos são comprados aqui e aqui e nestas lojas também conseguem encontrar sinergias, que são misturas de óleos já feitas para determinados efeitos (p.e. calmante ou para a fadiga mental).

O aroma destas férias caseiras foi a alfazema.

E vocês, o que usam nas vossas casas?

O "fazer em casa" na minha vida real

Quem me segue no mundo da tatas, sabe que há muito procuro uma vida mais saudável.

Com essa busca veio inevitavelmente a necessidade de fazer coisas em casa já que era a única forma de controlar os ingredientes usados...

Encontra estas fotos em https://pixabay.com/

...aliada a uma curiosidade em aprender coisas novas e uma infindável fonte de informação que é a internet, o resultado foi desastroso...uma pressão que colocava em mim aliada a uma profissão que me consome tempo e o espírito.

Quando os sintomas se agravaram e a endometriose me obrigou a abrandar tive também o tempo para repensar a minha forma de vida.

Com esta doença tive necessidade de acelerar ainda mais o passo para uma vida saudável e sem químicos, mas o caminho que estava a seguir não era compatível com a minha vida real.

Encontra estas fotos em https://pixabay.com/
E como abdicar de produtos naturais estava fora de questão, foi necessário encontrar o equilíbrio...aliás como em tudo na vida.

Parar foi o passo essencial e quando nos damos tempo para pensar, todos os problemas têm uma solução.

Deixo-vos as minhas dicas e se quiserem partilhar como integram o DIY na vossa vida estejam à vontade :)

a) comprar produtos locais e biológicos e sim, são mais caros, mas cortando em outros produtos alimentares é muito fácil compensar

b) fazer apenas porque me apetece e me dá prazer - p.e. fazer as minhas conservas

c) seleccionar criteriosamente o que quero fazer em casa, sendo que para mim o factor principal foi tempo - tem de ser algo periódico (p.e. o detergente da roupa faço de 2 em 2 meses) e que demore menos de 30 minutos a preparar

d) se não conseguir encontrar alternativas de compra então fazer em casa. Acontece-me isso com a pintura do cabelo. Como não quero usar tintas comerciais, a alternativa foi pintar em casa.

e) se quero comer sem aditivos então tenho de fazer em casa - p.e não compro refeições preparadas, faço os hambúrgueres em casa e escolho a carne que uso, não uso saladas pré-lavadas pois são usados químicos para o fazer, etc

Sei que à primeira vista pode parecer muito radical ou quase obsessivo, mas acreditem que não. São apenas escolhas e se queremos ter comando na nossa vida, então temos que nos focar naquilo que efectivamente temos capacidade de influenciar...ou estaremos a desperdiçar energia  :)

E sim...de vez em quando também faço asneiras...a minha tentação são as francesinhas ;)

Boa semana


Gastos com os nossos animais - POST CONVIDADO




À cerca de 2 anos e meio, adotámos um peludinho, que eu e toda a família adoramos!


Pantufa


O nosso Tufa como é carinhosamente tratado estava num gatil e na altura que o fomos buscar tinha 1 ano.
Sempre disse que não queria animais em casa porque vivo num apartamento e passamos grande parte do dia fora de casa, mas o desejo da filha falou mais alto e depois de ponderar os prós, contras e custos o Tufa veio para nossa casa!
Bem sei que algumas pessoas pensam que um animal sai muito caro e eu própria tinha a mesma ideia. Quando o fomos buscar já tinha caminha, casa de banho e arranhador doada pela “tia” Mariana. O Tufa já vinha vacinado, castrado e desparasitado interna e externamente. Por isso o nosso investimento inicial foi areia e um saco de ração. O bichano depressa se adaptou e revelou-se meiguinho e hoje já não vivemos sem ele.
Em relação a custos, e de forma a simplificar, os gastos mensais com o Tufa são:
-  1 saco ração de 3 kg, da marca Purina ou Ultima, que compro sempre em promoção e que custa cerca de 10,00€
-  4 sacos de areia, marca branca do continente, que compro sempre com as campanhas de 25%. 0,89 X 4 = 3,56 - 25% = 2,67€
-  4 latinhas patê da Purina Gourmet (só come ao fim de semana), aproveito as promoções L4P3 do Minipreço, 1,89€ (0,47€ por lata)
-  4 saquetas de biscoitos 3,60€
10 + 2.67 + 1.89 + 3.60 = 18,16 : 30 = 0,61 € /dia
Feitas as contas pelo valor de um café, por dia, nada falta ao Tufa!
Em relação à ida anual ao veterinário, vacina e desparasitastes, fazemos uma latinha mealheiro e nem se dá por isso.
A companhia e meiguice dele valem bem o dinheiro gasto!
E vocês como fazem com os vossos amiguinhos de 4 patas?



Lucília
Sou leitora e seguidora do “Simplifica” e resolvi aceitar o desafio de escrever uma publicação para o Blog!

Efeito massagem




Ia perguntar-vos quem de vocês costuma chegar a casa e pensar que precisava mesmo de uma massagem?
Pergunto antes, quantas vezes chegas a casa a pensar que precisavas mesmo de uma massagem?
Muitas, certo?
Diria que 99,99% das vezes não as tens (não as temos).

E se pudesses ter a tua massagem sem esforço, e sem "perder" tempo?

Conheço estes chinelos há talvez 30 anos. Confesso que o meu primeiro pensamento foi "mas como é que conseguem andar com uns picos nos pés?!?!"


Bem, tive os meus primeiros quando estava grávida.
Tive os meus segundos uns anos depois.
Por estes dias chegaram os meus terceiros - os dois pares anteriores estragaram-se os dois da mesma forma, lavados na máquina, rasgaram. Aprendi a lição, estes não irão para a máquina de lavar roupa.

Esta é uma daquelas situações em que digo "primeiro estranha-se, depois entranha-se".

Os picos fazem um efeito massagem, que com o simples caminhar se sente alívio nos pés, pernas e coluna.
Nas primeiras vezes que se usa, é normal sentir-se "dor", mas depois passa, e começas a sentir alivio.

Este não é um post patrocinado. Embora existam outras marcas com chinelos semelhantes, estes foram os únicos que experimentei - e aprovei.

Já conhecias?
Também usas?

Qual é o teu efeito massagem?